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sexta-feira, 20 de julho de 2012

GRAFITE EM JORNAL

Mais uma vez o grafite maringaense volta a cena através do jornal O Diário de Maringá.
Rene, artista maringaense revitalizou um muro de aproximadamente 27 metros nas mediações da UEM em Maringá.
Abaixo uma foto do jornal, em breve trago a entrevista na integra.
Parabéns Rene, prabén O Diário.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

VOTE!

Senhoras e senhores, meninos e meninas...ontem teve inicio o concurso cultural FOTOGRAFA UEM.
Temos mais de 60 fotos cadastradas, e gostaria de convidar a todos para votar.
É muito simples, basta clicar em "curtir", podem votar em quantas fotos quiserem!

Para ter acesso as fotos, basta CLICAR AQUI.

Valeu!


segunda-feira, 2 de julho de 2012

VOU DE BIKE PT. II

A respeito do dia da Bicicleta de Maringá, o colaborador Solano Bordim, nos escreve:


O evento foi organizado em um mês, tempo pra conseguir patrocinadores e organizar as atividades.  Os 300 primeiros inscritos no evento receberam camiseta de brinde. Elas são feitas de fibra de garrafas pet recicladas e são brancas para que se use a menor quantidade possível de tinta.
   No dia 28 houve a abertura, às 19hs, com a palestra de Sidney Costa e Fernando Inada sobre ciclismo de longa distância. Já no dia 29, o Dia da Bicicleta propriamente dito, houve a distribuição das camisetas e às 14hs palestra com o arquiteto Thiago Botion Neri, que apresentou sua dissertação: “Criação de uma Rede Cicloviária Integrada na Cidade de Maringá”, na qual ele demonstrou que Maringá tem potencial para instalacão de ciclovias ou ciclofaixas nas principais ruas e avenidas da cidade.  Às 16 hs teve o esperado passeio ciclístico pela UEM e às 17 horas houve o encerramento com a distribuição de brindes.
   O prefeito do campus se comprometeu a instalar ciclovias na UEM e também a instalar 100 bicicletas de uso livre dentro da universidade, para que os alunos possam se locomover no campus.
   O evento foi muito importante para fomentar a discussão sobre o excelente meio de transporte que é a Bicicleta e enfatizou o fato de que essas transformações não devem ficar apenas na academia, mas devem  ser levadas para toda a comunidade."





* Funcionários Vestem a Camiseta do Evento

* Thiago Neris apresenta vias potenciais para receberem ciclovias

* Distribuição de Brindes




* Distribuição de Brindes

*Encerramento

*Encerramento


Confira também:
Cicloviagem Maringá - Pr até Aparecida do Norte - Sp



Mais fotos: clique aqui.
Saiba Mais: clique aqui.

*As camisetas foram feitas de fibras de garrafa pet e são brancas pra usar menor quantidade de tinta possivel.

Agradecimento especial ao grande Solano Bordim pelo texto e fotos e Carlos Sica pela iniciativa!

quarta-feira, 27 de junho de 2012

EU VO DE BIKE!

Comemore o dia da bicicleta.


Dias 28 e 29 deste mês, no caso amanhã e depois de amanhã teremos a comemoração do dia da bicicleta.
Para isso teremos uma programação especial com palestras, debates e é claro, um passei ciclístico dentro da universidade.



"O objetivo geral é incentivar as pessoas a utilizarem a bicicleta como meio de transporte urbano, assim, espera-se que os servidores e os estudantes venham de bicicleta dia 29.Objetivos específicos:• Criar estrutura para estacionamento de bicicletas na UEM;• Adequar o ambiente para trânsito de bicicletas na UEM;• Orientar sobre os benefícios advindos do uso da bicicleta relacionados à saúde, ao meio ambiente e ao trânsito da cidade;• Presentear todos os inscritos que vierem trabalhar ou estudar na UEM com uma camiseta alusiva ao tema ao dia. "


PROGRAMAÇÃO

28/06/2012

19:00 Abertura e Palestra, Debate.
-"O ciclismo amador de longa distância (200,300 e 400km)" com SIDINEY COSTA e FERNANDO INADA no Anditeatro NEY MARQUES


29/06/2012

7:40 as 11:40 e 13:30 as 17:30 DIA DA BICICLETA
-Recepção no estacionamento atrás do Restaurante Universitário

14:00 Palestra debate
-"Uma rede cicloviária para Maringá" Com THIAGO BORIN NERI no Anfiteatro NEY MARQUES

16:00 Passei Ciclístico
-Dentro da UEM, com rota a ser divulgada

17:30 Encerramento
-Sorteio de brindes no estacionamento do Restaurante Universitário;
-04 Revisões completas na sua bike na Sport Bike;
-50 conjuntos "bolsa PVC + boné da Unimed;
-50 conjuntos "bolsa PVC + squize da Unimed;



Para fazer sua inscrição e saber mais clique aqui.


PS: Uma boa chance para bons cliques para os participantes do FOTOGRAFA UEM

FOTOGRAFA UEM!

Agradecimento especial para o grande Thomas Cosin, confira a postagem do FOTOGRAFA UEM.


Vamos participar!!!



terça-feira, 26 de junho de 2012

UEM E SUAS FACES

Mais uma desta série, agora com algumas fotos de pichações em torno da universidade.

* Muro lateral da livraria do Chain (Trabalho de Rene)

 *UEM (Casa de máquinas)

 *UEM

 *Zona 7

* Fórum Eleitoral de Maringá

 * Muro lateral da livraria do Chain (Trabalho de Rene)

* Av. São Paulo

segunda-feira, 25 de junho de 2012

É DIA DE FEIRA....

Dica de Amanda Podanoscki, um belo vídeo produzido pelos alunos do curso de Comunicação e Multimeios da UEM retratando um pouco das feiras livres de Maringá.
Interessante mostrar a qualidade do trabalho desenvolvidos pelos alunos da UEM, eu particularmente aprecio muito o estilo "retrô" e o vídeo tem essa pegada. Gostei.

Confira:



quinta-feira, 21 de junho de 2012

LEITURAS AO VENTO

Ler, faz sonhar, torna pessoas mais interessantes, mais humanas e consequentemente mais cultas.
O brasileiro em geral é um povo que não gosta muito de ler, aposto que muitos nem estão lendo a esta postagem, só irão ver as fotos... não estou aqui para mudar ninguém, portanto, vamos direto ao assunto.

LEITURAS AO VENTO


Leituras ao Vento é projeto idealizado e criado em família, traz a leitura a jovens de Maringá e região, independendo de crença, classe ou cor.
O projeto vai até onde algumas bibliotecas não consegue ir e leva sonhos em livros por onde passa.
Através de uma conversa rápida com Wagner, idealizador do projeto, trago a vocês um pouco a respeito. Confira:

"O Leituras ao Vento é um Projeto de incentivo à leitura para crianças e adolescentes, que funciona preferencialmente ao ar livre. Nós levamos para os gramados das praças livros infantis e juvenis, que penduramos em varais esticados entre as árvores. Também espalhamos esteiras de nylon pela grama e alguns baús cheios de livros. Recebemos então crianças e jovens, seus familiares e amigos e todas as pessoas que apreciam a literatura infantil e juvenil, disponibilizando os livros, dando sugestões de leitura, falando sobre o Projeto e contando histórias tendo o livro como parceiro.



Acreditamos nos princípios da radicalidade da inclusão e da liberdade total de leitura. Isso significa uma relação da pessoa com o livro diferente, por exemplo, da que vemos nas bibliotecas e em casa.
Não tratamos o livro como algo sagrado e que deve ser venerado, quase intocável; pelo contrário, o livro é para nós um objeto lúdico, um companheiro de diálogo, com quem podemos brincar e conversar, exercitando a imaginação e a criatividade, e servindo também como intermediário na relação com outras pessoas, recuperando o sentido de comunidade que o contar histórias ajuda a fortalecer. Portanto, se você ver um grupo de crianças e jovens lendo, conversando, indagando e lidando livremente com o livro, você estará presenciando o espírito do Leituras ao Vento!



O projeto é independente?

No começo éramos só eu (Wagner), Maristela e nossa filha Adah. Hoje temos o apoio do PCA (Programa Multidisciplinar de Estudos, Pesquisa e Defesa da Criança e do Adolescente) da UEM e do MNMMR (Movimento Nacional dos Meninos e Meninas de Rua, regional de Maringá). Agora também visitamos instituições, escolas e atuamos na área cultural, fazendo lançamentos de livros, organizando exposições e tudo que tenha relação com a participação de crianças e jovens.


Visite o nosso blog, veja as fotos dos eventos que participamos e leia os relatórios!

Um abraço! Wagner e Maristela."

Acesse ao blog do Leituras Vento: clique aqui.
Facebook: clique aqui.

*Fotos, Facebook do projeto.

Agradeço ao Wagner por ter concedido o bate papo, e parabenizo o mesmo, juntamento com sua esposa e filha por um projeto tão belo e que só acrescenta por onde passa! 

UEM E SUAS FACES

Dando continuidade ao UEM E SUAS FACES, seguem alguns novos cliques.











segunda-feira, 18 de junho de 2012

FOTOGRAFA UEM! CLIQUE, POIS JÁ ESTÁ VALENDO!

É com grande orgulho que hoje o Blog Grafite de Porta convida a todos a se inscreverem no Concurso Cultural FOTOGRAFA UEM.

A PARTIR DE HOJE ESTÃO ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA O FOTOGRAFA UEM!


 
SIGA ABAIXO AS INSTRUÇÕES PARA PARTICIPAR!

 COMO PARTICIPAR/ENVIO DAS FOTOS: 

** SERÃO ACEITAS APENAS AS FOTOS TIRADAS DENTRO DO AMPUS DA UEM, RESPEITANDO O LIMITE ESTABELECIDO PELOS PORTÕES, GRADES E MUROS**

 -Fotos tiradas fora do campus não serão aceitas
- Período de envio de fotos, dos dia 18-06-2012 até 15-07-2012
- As fotos deverão ser enviadas, única e exclusivamente via email para 

- O participante deverá enviar juntamente com a foto os seguintes dados

NOME:
IDADE:
EMAIL:
FLICKR (se possuir):
LINK PERFIL FACEBOOK OU ORKUT (se possuir):
TELEFONE PARA CONTATO (NÃO SERÁ DIVULGADO):

- Ao enviar as fotos, o participante receberá um email de confirmação;
-Após enviadas, as fotos não poderão ser trocadas;
- Não serão aceitas fotos enviadas por outra forma que não seja via email;
- Somente serão aceitas as fotos no formato NATURAL, PRETO E BRANCO e SÉPIA;
- É proibido alterar fotos com programas como Photoshop, Corel Draw etc...
- É permitido o envio de até duas fotos por participante;
- Não há limite de idade para participar;  
- Não serão aceitas fotos enviadas por outra forma que não seja via email;
- Somente serão aceitas as fotos no formato NATURAL, PRETO E BRANCO e SÉPIA;
- É proibido alterar fotos com programas como Photoshop, Corel Draw etc...
- É permitido o envio de até duas fotos por participante;
- Não há limite de idade para participar;

AVALIAÇÃO - RESULTADO

 - As fotos enviadas via email, serão divulgadas na fan page oficial do Blog Grafite de Porta no dia 17-07-2012, onde estarão abertas ao publico até dia 31-07-2012.
- As três fotos que receberem a maior quantidade de “curtir” serão enviadas para o juri selecionado (Bruno Guerreiro  Fotógrafo Profissional, contaremos também com a participação de Elisa Riemer (artista plástica ), Thomas Cosin (design UEM), Frank Paris (vocalista da banda Emily Rose) e Nuno Barros (Skorface, Grafiteiro, Ilustrador) Dentre as três fotos, teremos um vencedor seguido dos respectivos segundo e terceiro lugar;
RESULTADO FINAL DIA 05-08-2012

PREMIAÇÃO

 -1º LUGAR CAMISETA GRAFITE DE PORTA BÁSICA (PERSONALIZADA CONCURSO) + BLOCO DE ANOTAÇÕES INDID + POSTER CAMERA ATTACKS (20x30) by Elisa Riemer

- 2º LUGAR CAMISETA GRAFITE DE PORTA BÁSICA + POSTER CAMERA ATTACKS (20x30) by Elisa Riemer

- 3º LUGAR CAMISETA GRAFITE DE PORTA BÁSICA + POSTER CAMERA ATTACKS (20x30) by Elisa Riemer

*Premiação sujeita a alterações, podendo ocorrer a inclusão de prêmios.
*Os prêmios não poderão ser convertidos em dinheiro em hipótese nenhuma.

Não fique fora dessa!

Dúvidas: Email.
Fan Page: Clique aqui.
Facebook: Clique aqui.

domingo, 17 de junho de 2012

GRAFITE DE PORTA ENTREVISTA - FELIPE TOMAZELLA

Particularmente sou um grande fã dos trabalhos realizados pelo Felipe. 
Vários de seus trabalhos estão expostos por todo o campus da Universidade Estadual de Maringá, como "A GRANDE MÁQUINA SEM PÉ" que é fantástico e outra parede que realizou em conjunto com Folk You.
Mas não é só no graffiti que Felipe demonstra seu talento, autor de telas fantásticas e desenhos free hand que surpreendem o público, Felipe é hoje o convidado do blog para um bate papo!
Confira:





- Felipe, você é jovem e já produz muito. Como a arte entrou em sua vida? Como foi ou é a aceitação de seus pais e familiares em relação a isso? Sofre preconceito?

 Não sei se produzo tanto assim, (risos) mas a gente faz o que pode... Queria poder dedicar mais tempo a isso. A arte sempre esteve em minha vida e na de todo mundo, digo isso por hoje eu enxergá-la como relação, sempre ouso em dizer que tudo é arte (risos).
Bom, mas eu comecei a produzir quando criança acho que todo mundo começa aí... Foi com uns 11 anos que passei a me interessar mais por desenho e criação. Eu havia me mudado para Curitiba da época e no meu prédio fiz uma amiga que tinha um bom incentivo artístico e gostava de desenhar. Através dela comecei a freqüentar uma oficina de desenho e depois disso tenho desenhado sempre. É complicado escrever sobre isso, são histórias longas, cheias de vivências que me levaram a fazer o que faço agora. Dentro de casa foi sempre muito tranqüilo em relação a isso, me incentivaram bastante e ainda incentivam. Meu pai sempre me disse que o mais importante era que eu fizesse o que eu gosto de fazer.

- Você faz pintura em tela, desenhos em papel canson, graffiti etc... Como é trabalhar com estes diversos formatos? A arte do Felipe tem limites?

 Eu acredito que faça parte do processo criativo a experimentação, é uma forma de conhecer seu próprio trabalho e até você mesmo. Na arte contemporânea os suportes e técnicas têm uma importância fodida, não só o conteúdo, mas a mestiçagem dos elementos da obra. Nenhuma arte tem limites, a arte não tem limites, (risos)... Mas posso dizer que estou cada vez menos satisfeito com os suportes convencionais e ultimamente os muros têm me agradado demais, é outro tipo de relação, parece chegar muito mais perto da liberdade e do caráter da arte.





- Muitos de seus trabalhos apresentam fortes traços da anatomia humana, alguns são como “centopéias humanas” como aqui ninguém vai para o céu, de onde vem a inspiração para trabalhos como esses?

 Olha, queria conseguir poder dizer, mas foi uma construção, a partir de uma desinternalização, de um momento que quis romper minhas próprias barreiras em relação à arte e sentimentos, daí surgiram essas personagens esquisitas. Quando paro para pensar sobre eu chego à conclusão que é mais uma forma que tenho de ver o homem e suas angustias principalmente, seus medos, desejos, sentimentos...
A inspiração vem da minha experiência, músicas, gosto muito de observar trabalhos de artistas que desconstroem o ser humano, porém tudo vem principalmente de sentimentos do momento, angústias minhas.



- Está no segundo ano de Artes Visuais, todos vemos que você possui um dom, acredita que a faculdade engrandece seus trabalhos em algum sentido? Conte-nos um pouco de como é um curso de artes visuais na UEM.

 Vish, essa pergunta já começou errada... Não acredito em dom, é outra construção social que deveria ser rompida, esse e outros termos que afirmam uma habilidade como algo inato nos distancia severamente da arte, quando na verdade somos todos produtores de arte, a qualquer momento, sem existir barreiras, melhor ou pior (deixando de lado a questão de conteúdo).
Dom remete a algo divino, que foi recebido desde o nascimento, sendo que a habilidade é desenvolvida pela experiência, na marra mesmo. Só estou afirmando isso por sentir que a palavra “dom” desvaloriza o trabalho da própria pessoa de chegar onde está talvez exista alguma maior sensibilidade por alguns a certas coisas, mas que só se aprimora se for desenvolvida, tudo está em um eterno processo. A faculdade me influenciou de uma maneira muito positiva nos trabalhos, agora sinto que exista muito mais conteúdo no que eu faço. Conhecimento nunca é demais, né!?
Um individuo que se dedique a produções artísticas deve estar sempre conhecendo, nunca estar confortável e acomodado, se quiser transformar. Falta muita coisa para o curso de Artes Visuais funcionar bem, principalmente no sentido estrutural, sou da primeira turma, então somos as ditas “cobaias”, entretanto em relação ao conteúdo teórico sinto que estamos sendo muito bem preparados.





- Outra obra que achei muito interessante  foi a “TRANSGREDIR”, existia uma interação com o público, nos primeiros dias ninguém havia assinado ou desenhado no painel, no ultimo dia de exposição não havia um espaço se quer para uma assinatura. Obras como essas são diferencias, como nos diz Bourriaud, a arte interagindo com o público e gerando outro mundo. O objetivo ai foi alcançado? Qual é o sentimento de ter um trabalho reconhecido?

 A proposta do trabalho era elaborar uma pintura conversando o tapume e a cadeira, tendo que ser uma releitura de algum artista ou período. No caso eu usei do período contemporâneo. Com meu trabalho eu quis por em foco a relação espectador e obra, relacionando com a pichação, que considero arte, com fundamentos para isso.
A pichação tem um caráter transgressor, violento, é o papel que ela assume, portanto um individuo ao realizar tal ato está rompendo com construções sociais de ordem, estéticas, etc; construções essas que são reflexo ou refletem na maneira de tratar a arte, como algo contemplativo, que deve ser admirado, colocando que a única relação “permitida” existir entre espectador e obra seja a de contemplação, assim como na arte renascentista, que se tinha o artista como gênio, iluminado, portador do tal “dom” e que sua obra deveria ser admirada, intocada, quase que idolatrada... A intenção da minha obra foi exatamente essa de incitar a pessoa a romper essa barreira da arte como meramente contemplativa e transgredir, se permitindo concretizar essa ruptura no ato de riscar sobre uma obra, com características de uma arte idealizada. O individuo se deixa fazer parte da obra e a obra passa a fazer parte dele.
Eu confesso que fiquei bem surpreso com o resultado do trabalho, de uma hora pra outra tomaram conta com os “pichos”, inclusive em lugares que eu não havia considerado que seriam intervidos, como a cadeira e as folhas que forravam o chão e as paredes. O objetivo não foi totalmente alcançado porque soube que algumas pessoas foram instruídas a rabiscar, principalmente as crianças, sendo que a intenção era a própria pessoa se questionar e tomar a iniciativa; mas achei que cumpriu o papel, não sei se compreensível para todos. Achei engraçado que alguém riscou o “porra!” e também outra pessoa que escreveu “obedeça”, contradizendo seu conteúdo no próprio ato, entretanto obedecendo a obra.




- Como é trabalhar em conjunto com outros artistas, recentemente fez um trabalho com Folk You na UEM. Planejam o que irão fazer antes ou vão produzindo e unem os desenhos depois?

 Pra mim deve existir uma relação de ajuda entre artistas, um sempre dando força pro outro, porque não ta fácil pra ninguém! Principalmente os artistas locais e se tratando de Maringá, que é ridícula em relação ao incentivo às artes, visuais nem se fala.

* Trabalho realizado em conjunto com Folk You

- O que podemos esperar para o segundo semestre de 2012? Já existe algum projeto em mente?

 Não sei, hahahaha. Agora estou pensando muito em investir mais pesado no grafite, fazer algumas experimentações pra ver o que rola e descobrir se vale a pena desenvolver isso.
Quero agradecer aí a você, que sempre está dando força pra gente aqui de Maringá e que faz isso muito bem, a galera que também me dá força e ao universo... Parabenizar seu blog que está cada vez melhor! E Principalmente dizer para as pessoas saírem da casinha, já que a porta está aberta... TRANSGRIDAM, PORRA!


Agradeço ao Felipe pelo bate papo.
Sucesso e novamente, parabéns por sua arte, é lindo.
Confira mais trabalhos de Tomazella clique aqui.
* Imagens retiradas do facebook do artista.